Empreendedorismo

Conheça os termos mais comuns no mundo do empreendedorismo

7/04/2017 • por meuSucesso .com

Separamos abaixo os seis termos mais comuns. Para conhecer outros, acesso o eBook gratuito Glossário das Startups

Para quem é novo no mundo do empreendedorismo e das startups, as conversas entre os mais experientes podem parecer coisa de outro mundo. Mas não precisa ficar desconfortável ou constrangido. Todos os termos e jargões utilizados no ramo são de fácil compreensão.

Separamos abaixo os seis termos mais comuns. Para conhecer outros, acesse o eBook gratuito Glossário das Startups.

Bootstrapping

Nem todos conseguem dinheiro oriundo de investimentos externos logo de cara. Portanto, é comum que, durante os primeiros meses, a startup seja financiada com recursos do próprio fundador e de possíveis sócios. As entradas financeiras seguintes vêm dos clientes, após o lançamento do produto no mercado. A esse processo -- desenvolver uma startups com recursos próprios -- dá-se o nome de bootstrapping.

MVP

Feito é melhor do que perfeito. Esse é o mantra das empresas que adotam procedimentos ágeis. Para uma startup, o importante é ter um produto funcional no mercado, ainda que esse produto não seja tão completo e retocado quanto deveria. Essa primeira versão do produto chama-se Mínimo Produto Viável -- ou Minimum Viable Product (MVP). Posteriormente, a partir dos feedbacks dos clientes, o produto será melhorado com foco no mercado, e não nas conjecturas dos sócios.

Business Model Canvas

O design é crucial para o bom funcionamento das empresas, sejam startups ou multinacionais. Ele está presente desde o modelo de negócios e dos processos até a interface do produto. O Business Model Canvas, portanto, é autoexplicativo: trata-se de uma tela onde o modelo de negócios é representado visualmente. Alexander Osterwalder, um dos criadores do método, defende que "um Modelo de Negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de uma organização". O método Canvas utiliza blocos para descrever cada área da empresa de maneira simples e fácil de compreender. Entre as categorias utilizadas estão "parceiros-chave", "estrutura de custos", "fontes de receita", "atividades-chave" e "recursos-chave".

Pivotar

Fundar uma startup, assim como qualquer outro negócio, envolve riscos. Nem sempre o mercado é receptivo, nem sempre os clientes se interessam e muitas vezes o produto é redundante ou não tem viabilidade. Isso é comum: pouquíssimas startups têm sucesso com o primeiro produto lançado. Quando a estratégia precisa ser revisada, é hora de pivotar. O anglicismo indica que é necessário conduzir a empresa por outra direção, testando novas hipóteses, mas mantendo a posição já conquistada.

Seed capital

Como o nome sugere, é o investimento feito no início das atividades da empresa, normalmente de fontes externas. Em geral, são depoisitados valores baixos em troca de participação. Se a empresa crescer e der frutos, o investidor tem lucro. No entanto, nessa etapa, o risco tende a ser maior.

Pitch

Investidores são sujeitos com algum dinheiro e pouco tempo. Para que um empreendedor explique toda a sua proposta de negócio, é preciso ter um método para que a mensagem entregue seja rápida, de fácil compreensão e que, ao mesmo tempo, provoque o impacto necessário para atrair o interesse. Esse método é o pitch. Originalmente foi criado para orientar "conversas de elevador", onde empresário e investidor são forçados a dividirem o mesmo espaço -- daí seu nome original, "pitch elevator".

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