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O nascimento da Embraer, um dos maiores orgulhos do Brasil

18/11/2015 • por meuSucesso .com

Há 45 anos nascia um dos maiores orgulhos do Brasil

Quem olha para a Embraer hoje vê: uma gigante que lidera o mercado global de jatos regionais, já produziu mais de 5 mil aeronaves, emprega mais de 19 mil pessoas de 20 nacionalidades diferentes e está presente em mais de 60 países. Mais que isso: vê a concretização de um sonho que começou grande e se realizou.

Há 45 anos, ainda sob a tutela do governo brasileiro, nascia a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. Diante dela, uma missão: construir e comercializar o primeiro modelo de avião made in Brazil. Era o Bandeirante. Missão dada, missão cumprida. Em seguida veio o jato EMB 326 Xavante, o planador EMB 400 Urupema, a aeronave Agrícola EMB 200 Ipanema.

Menos de uma década depois já estávamos na vanguarda da produção aeronáutica, num patamar tecnológico e industrial antes inimaginável. Hoje a companhia é uma das maiores exportadoras do Brasil e uma das poucas companhias nacionais que pode se orgulhar de exportar tecnologia de ponta.

Ozires Silva foi o primeiro diretor da companhia e um dos grandes responsáveis por alçá-la à importância que tem hoje. Com uma bagagem invejável, pontuada por uma formação sólida e experiências que lhe credenciavam a estar à frente de qualquer iniciativa relacionada à aviação no Brasil, foi escolhido para coordenar a equipe que trabalharia na construção do primeiro avião genuinamente brasileiro. 

Ainda em 1969, o então Ministério da Aeronáutica encomendou 80 aeronaves à Embraer. Naquele mesmo ano, o segundo protótipo do Bandeirante fez seu primeiro voo e, em 1970, já estaria no ar a terceira versão do modelo.

Foi também em 1970 que a Embraer começou a funcionar formalmente como organização. Sua sede foi construída ao lado do então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), em São José dos Campos. 

A década de 1970 foi marcada por várias conquistas. Rapidamente, a Embraer evoluiu para um estágio em que já conseguia produzir em série diferentes modelos, como o próprio Bandeirante, o Ipanema e o Urupema.

E assim a companhia seguiu rumo ao que é hoje: uma grande corporação, internacionalizada e um grande orgulho para o Brasil.

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