Marketing

6 dicas de marketing para empresas iniciantes

21/10/2014 • por meuSucesso .com

As várias modificações nas exigências diárias do mercado e dos seus consumidores exigem aperfeiçoamento constante nas estratégias da área

Iniciar uma empresa ou lançar um produto não é uma atividade fácil. São necessários documentos, números, modelos, profissionais preparados e muita, mas muita força de vontade. Na área de marketing, especificamente falando, o trabalho de pequenos e iniciantes negócios só parece aumentar. O motivo? As várias modificações nas exigências diárias do mercado e dos seus consumidores.

É preciso, por exemplo, prestar atenção e tomar muito cuidado ao elaborar um plano de marketing eficiente, tentando reproduzir modelos e táticas de grandes companhias mundiais, pois muitos desses planejamentos não servem para empresas de pequeno porte. Por esse e por outros motivos é essencial que cada empresa tenha o seu próprio plano, evitando ações desproporcionais e riscos infindáveis.

De acordo com a norte-americana Michelle Accardi-Petersen, autora do livro Marketing Ágil, "um plano de marketing pode ser resumido apresentando os objetivos, as estratégias e as técnicas em uma página".

Abaixo, você confere 6 dicas e conceitos de marketing para empresas e empreendedores inciantes, que tomam como base o livro Marketing Ágil:

1) A Implementação do marketing

Diferentemente de outras ações realizadas dentro da organização, as atividades do marketing devem focar em clientes efetivos, distribuidores, varejistas, agências de publicidade e afins, e estes  por sua vez  estão fora da empresa. Com isso, as implementações da área de marketing devem incluir os relacionamentos com as outras áreas funcionais, obtendo um suporte mais aprimorado e um melhor desenvolvimento coordenado.

2) Programação, alocação e orçamento

Os programas devem estar ligados a elementos do mix de marketing que se referem aos produtos e mercados. No entanto, saiba que as organizações focadas em produtos (ou mercados) singulares desenvolvem programas individuais para cada linha/produto.

"A alocação é uma função essencial para a distribuição de recursos escassos que suportam programas e, de certa forma, determina exclusão versus inclusão", analisa Michelle Accardi-Petersen. E ela completa: "Em razão de uma possível escassez de recursos, o orçamento reflete as alocações do programa em um conjunto de previsões e estimativas quantitativas, as quais são necessariamente transparentes para além da função de marketing, geralmente incluindo previsões de vendas que servem como uma base para a produção e os ciclos de desenvolvimento de produtos".

3) Planejamento de marketing

Esse quesito envolve os objetivos e planos entre médio e longo prazo (cerca de dois a cinco anos), separando-o das atividades de implementação diária já citadas. No entanto, essa implementação deve ser refletida de objetivos combinados e delineados através de um planejamento desenvolvido de forma prévia.

4) Formulação de estratégia

De acordo com o livro Marketing Ágil, "essa é a atividade de marketing de longo prazo vinculada à estratégia de negócio geral de uma organização. Uma vez que o marketing lida com clientes e o ambiente competitivo, essa é uma parte essencial do processo de estratégia total. Quando feita com qualidade, é impossível separar a estratégia de marketing da estratégia corporativa".

5) Monitoramento e auditoria

O marketing pode ser definido como uma mistura de arte e ciência, do quantitativo e do qualitativo, envolvendo ainda uma diversidade ampla de variedades interativas. Com isso, torna-se difícil auditá-lo. "Padrões são poucos e comparações são difíceis, mas uma auditoria de marketing é essencial, pois força uma revisão cuidadosa do passado, antes que novos planos sejam desenvolvidos", orienta Michelle Accardi.

6) Análise e pesquisa

Eis aqui uma das principais recomendações para os iniciantes: tome decisões de marketing com base em análises e pesquisas. Vale salientar que essas análises não precisam ser quantitativas, mas devem ser deliberadas e corresponder à magnitude das decisões a serem tomadas.

No entanto, "mesmo que muito já tenha sido escrito sobre análises e pesquisas formais para suportar decisões de marketing, nada substitui o bom senso e o discernimento", conclui Michelle.

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