Pessoas

Crowdfunding e crowdlearning: formas compartilhar e viabilizar ideias e negócios

1/06/2016 • por Universitários Acima da Média (UAM)

Como as plataformas digitais podem enriquecer sua vida

Em tempos de crise e mar revolto, os corajosos cooperadores podem surfar e lucrar nas ondas cibernéticas. Um verdadeiro oceano azul repleto de tesouros apresenta-se através da rede mundial de computadores. Só que, em muitos casos, sua presença é sutil, no entanto o impacto pode ser imenso dependendo da forma como se utiliza.

Dentre as várias modalidades enriquecedoras da web estão os famosos “crowd” –  que significa multidão e são plataformas de inteligência coletiva direcionadas ao compartilhamento  de projetos, conhecimento e que, por vezes, geram prosperidade para quem participa e também para quem colabora.

Existem vários tipos de “crowd’s”, contudo vamos focar em apenas três. Sendo o primeiro da categoria crowdfunding que se destina ao financiamento coletivo de projetos/sonhos . No Brasil, alguns exemplos de sites destinados a esse tipo de negócio são: o Kickante, que através do dinheiro arrecadado realizou o tour da Bel Pesce pelo Brasil, Catarse e senso incomum, esse último é voltado ao terceiro setor.

Outro tipo é o Crowdlearning  que tem como principal objetivo troca de conhecimento, geralmente  sem envolvimento financeiro, como por exemplo o Bliive  idealizado por Lorrana Scarpioni que  é apontada como um dos dez brasileiros mais inovadores pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), ainda nesta linha existem o Geo Gebra e Sabixão  que são sites e comunidades virtuais que realizam trocas de saberes com grandes especialistas do mundo todo e em alguns em momentos é necessário pagar para ter acesso às aulas enriquecedoras.

Já o Crowdsourcing utiliza da contribuição de pessoas comuns para obter ideias, serviço em detrimento de uma contratação formal. O sistema Linux, Firefox e também a grande enciclopédia virtual Wikipedia fazem parte dessa categoria.

E por fim, vale frisar que essas são algumas riquezas, oportunidade que podem e devem ser lapidadas na internet e que assim como diz Gil Giardelli no seu livro: “Você é o que você compartilha” que possamos nos desapegar de velhos mapas para descobrir e desfrutar de novas terras, principalmente as do mundo digital.

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